Ao contrário do que disse na última quarta (1º), Fernando Alonso teve, em
2010, o quinto melhor aproveitamento da carreira contra um companheiro de
equipe, no caso, Felipe Massa, na Ferrari
Fernando Alonso declarou, na última
quarta-feira (1º), que a diferença de desempenho entre ele e Felipe Massa em
2010 foi
provavelmente a maior de sua carreira. Só se o
espanhol levou em conta critérios muito particulares da disputa entre os dois,
porque, em aproveitamento, esteve longe disso. Na porcentagem dos pontos conquistados neste ano pela Ferrari, Alonso
conseguiu 63,63%, apenas sua quinta melhor marca desde 2003, quando chegou à
Renault e pontuou pela primeira vez na F1.
Naquela temporada, ainda com o carro
azul e amarelo, Fernando chegou à sexta posição entre os pilotos com 62,5% dos
pontos do time, contra 37,5% de Jarno Trulli, seu companheiro à época. No ano
seguinte, em que Alonso foi o quarto, este índice caiu para 56,2%, mesmo
levando em conta a saída de Trulli da equipe após o GP da Itália, quando
faltavam quatro corridas para o fim do Mundial.
Em 2005, em seu primeiro título, o asturiano fez 69,63% da pontuação da escuderia francesa, que teve Giancarlo Fisichella como segundo piloto e quinto colocado ao fim da temporada. O bicampeonato do espanhol, no Mundial de 2006, veio com 65,05%, em outra ampla diferença em relação a Fisico.
Alonso jamais foi superado em pontos por seu companheiro de time. Quem chegou mais perto foi Lewis Hamilton, que bateu o rival da McLaren pelo número de segundos lugares — 5 a 4 —, tendo marcado os mesmos 109 pontos de Fernando.
Em 2005, em seu primeiro título, o asturiano fez 69,63% da pontuação da escuderia francesa, que teve Giancarlo Fisichella como segundo piloto e quinto colocado ao fim da temporada. O bicampeonato do espanhol, no Mundial de 2006, veio com 65,05%, em outra ampla diferença em relação a Fisico.
Alonso jamais foi superado em pontos por seu companheiro de time. Quem chegou mais perto foi Lewis Hamilton, que bateu o rival da McLaren pelo número de segundos lugares — 5 a 4 —, tendo marcado os mesmos 109 pontos de Fernando.
A saída do time de Woking proporcionou
ao asturiano a maior superioridade da carreira em relação a um parceiro. Em
2008, Alonso fez 61 pontos, contra 19 do novato Nelsinho Piquet — 76,25% x
23,75%. Na temporada seguinte, fez 26 pontos, enquanto o brasileiro e Romain
Grosjean, seus dois companheiros naquele ano, nada marcaram. Assim, Fernando
fez 100% dos pontos da Renault.
A proporção de pontos conquistados na F1 mudou menos do que parece entre 2009 e 2010: até o ano passado, o segundo colocado ganhava 80% dos pontos do primeiro — hoje este valor é de 72%. Entre terceiro e vencedor, nada mudou: 60%. Os 50% do quarto colocado caíram para 48%, mas o índice do quinto continua em 40%. Os números voltam a crescer no sistema atual para o sétimo e oitavo lugares, além do fato de que nono e décimo agora também pontuam. Apesar disso, o cálculo interno das equipes não muda, uma vez que a porcentagem é relativa aos pontos totais de cada time, seja em que método for.
A proporção de pontos conquistados na F1 mudou menos do que parece entre 2009 e 2010: até o ano passado, o segundo colocado ganhava 80% dos pontos do primeiro — hoje este valor é de 72%. Entre terceiro e vencedor, nada mudou: 60%. Os 50% do quarto colocado caíram para 48%, mas o índice do quinto continua em 40%. Os números voltam a crescer no sistema atual para o sétimo e oitavo lugares, além do fato de que nono e décimo agora também pontuam. Apesar disso, o cálculo interno das equipes não muda, uma vez que a porcentagem é relativa aos pontos totais de cada time, seja em que método for.

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